sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Palácio dos Fantasmas - A macabra história da Mansão Winchester


Pouco depois do falecimento de seu marido em 1881 até a sua própria morte em 1922, a herdeira do Império dos Rifles de Repetição, Sarah Winchester viveu sozinha. Por que, ela teria insistido em construir uma monstruosa mansão, que transformou uma fazenda inicialmente com oito quartos em uma propriedade com 160 aposentos que se espalhava por uma imensa área construída? E mais estranho, porque o lugar era tão excêntrico chegando a contar com portas e escadarias que não levavam a lugar nenhum?

A história da Mansão Winchester começa em setembro de 1839 com o nascimento de uma menininha, filha de Leonard e Sarah Pardee de New Haven, Connecticut. A criança também recebeu o nome de Sarah e quando chegou a maturidade, se tornou uma das beldades de sua cidade natal. Ela foi bem recebida na alta sociedade, participava dos eventos sociais, e graças às suas habilidades musicais, sua fluência em diversos idiomas estrangeiros e seu charme conquistava a todos. Sua beleza também era muito conhecida pelos jovens da cidade, a despeito de sua baixa estatura. Embora ela fosse pequena com pouco mais de 1,50 m, de altura ela compensava tudo com uma notável personalidade e carisma.

A medida que Sarah se tornava adulta, outro jovem também de uma família proeminente avançava em sua carreira. O jovem rapaz se chamava William Wirt Winchester e era o filho de Oliver Winchester, um tecelão e negociante. Em 1857, ele assumiu os encargos da empresa da família e devotou seus recursos na criação de uma peça chamada Volcanic Repeater, um mecanismo de disparo para armas de fogo. O mecanismo era uma espécie de alavanca que permitia recarregar um rifle mecanicamente.


Obviamente, esse tipo de arma de fogo constituía um enorme avanço em relação aos rifles usados na época que exigiam uma lenta e elaborada recarga de pólvora e munição. Winchester compreendia algo básico para a ciência militar: quanto menor o espaço de tempo entre um disparo e outro, mais eficiente um atirador se torna. Em 1860, a empresa desenvolveu o Henry Rifle, que possuía um dispositivo tubular localizado sob o cano da arma. Após a execução de um disparo, um movimento de alavanca forçava um novo cartucho para essa câmara e permitia um fogo contínuo. Com um pouco de prática, um atirador mediano era capaz de disparar uma vez a cada três segundos, enquanto que os rifles até então careciam de uma recarga que demorava entre 15 e 30 segundos. Em uma palavra, o rifle de repetição era letal.

O Henry se tornou o primeiro rifle de repetição do mundo. E em meio a sangrenta Guerra Civil americana, o Exército da União investiu pesado na inovação. Um contrato de exclusividade foi assinado com o governo de Abraham Lincoln para que o rifle fosse produzido em massa e chegasse aos soldados o quanto antes.

Como resultado, Oliver Winchester ganhou rios de dinheiro com contratos e vendas. Ele re-organizou sua companhia e mudou o nome para Winchester Repeating Arms Company. A família prosperou e em 30 de setembro, 1862, no auge da Guerra Civil, William Wirt Winchester e Sarah Pardee se casaram em uma elegante cerimônia em New Haven.

Quatro anos mais tarde, em 15 de julho de 1866, Sarah deu à luz a uma menina chamada Annie Pardee Winchester. Pouco depois, a primeira tragédia atingiu a família, a criança contraiu uma doença incomum chamada "marasmo", moléstia infantil na qual o corpo se deteriora progressivamente. A menina morreu em 24 de julho. Sarah ficou tão devastada pelo evento que trancou em casa e evitou o contato de qualquer pessoa por meses. O luto durou quase uma década, e apenas depois de todo esse tempo ela decidiu deixar a sua casa novamente. Ela e William jamais tiveram outra criança.


Mas outra tragédia esperava por Sarah. William, o magnata do Império Winchester contraiu também um tipo raro e letal de tuberculose pulmonar. A doença era tão rara que só foi diagnosticada com exatidão dias antes dele morrer. Como resultado de sua morte, Sarah herdou mais de 20 milhões de dólares, uma quantia exorbitante, especialmente naquela época. Ela também recebeu 48.9% das ações da Winchester Repeating Arms Company e uma soma de US $1000 ao dia, que não seria taxada até 1913.

Mas mesmo a sua incrível fortuna era capaz de trazer algum alívio à sua dor. O sofrimento de Sarah era tão profundo que ela vivia reclusa, afastada de qualquer contato apenas lamentando a perda de seu marido e filha. Pouco tempo depois, uma amiga próxima sugeriu que ela buscasse o auxílio de uma médium espiritualista que pudesse ajudá-la a lidar com sua perda. A médium escolhida realizou uma sessão espírita na qual descreveu William Winchester em detalhes e afirmou ser capaz de ouvir suas palavras. Ela então falou:

"Seu marido pede que eu lhe diga que existe uma grande maldição sobre você e toda sua família", disse a mulher, "Essa maldição foi responsável por decretar a morte de seu marido e de sua criança. Ela também incidirá sobre você! É uma maldição resultante do grande mal que sua família libertou no mundo, a terrível arma criada pelos Winchester. Milhares e milhares de pessoas morreram em decorrência dela, e os espíritos querem vingança". 



Sarah então foi instruída a vender sua propriedade em New Heaven e seguir rumo ao por do sol. Ela seria guiada pela mão do marido e da providência, e quando encontrasse o lugar correto no oeste ela saberia onde sua nova casa deveria ser erguida. "Você deve começar uma nova vida", alertou a medium, "E sua vida deve ser devotada a construir uma casa onde os espíritos descarnados possam habitar. Se você construir uma casa grande o bastante, e continuar a construir, você poderá viver. O dia que você parar, você irá morrer".

Depois da sessão espírita, Sarah se convenceu do que era necessário fazer. Ela vendeu a sua propriedade em New Haven e com uma vasta fortuna a sua disposição se mudou para a Califórnia. Ela acreditava que a mão de seu marido a guiava em direção ao oeste e quando ela enfim chegou ao Vale de Santa Clara, em 1884 teve um vislumbre de uma mansão enorme naquele exato local. No lugar existia uma casa de oito quartos que estava sob construção por um médico local, o Dr. Caldwell. Ela ofereceu uma grande soma de dinheiro pelo terreno de 162 acres onde a casa estava sendo erigida. Sarah mandou que a obra continuasse, mas contratou engenheiros para acrescentar várias outras dependências na planta da propriedade. 

Assim começou uma longa obra de 36 anos de duração, a medida que ela continuava construindo e reconstruindo, alterando e mudando, expandindo e adaptando, por vezes até demolindo e reerguendo tudo do nada. Sarah contava com um grupo de 22 carpinteiros que viviam na propriedade com suas famílias e que eram pagos para trabalhar todos os dias do ano, coordenando os esforços para nunca terminar a obra. O som de martelos e serras era ouvido dia e noite, ininterruptamente.


A medida que a casa cresceu para comportar 26 quartos, uma estrada de ferro foi erguida para permitir a chegada de material de construção para manter a obra. A casa continuou a crescer e expandir, e apesar de Sarah insistir que não havia um planejamento para a estrutura, ela se encontrava toda manhã com seu capataz para dizer o que seria construído em seguida. As plantas passavam pelas suas mãos e ela decidia o tipo de construção que seria executada pela equipe. Quando a construção resultava em algo que ela não gostava, Sarah simplesmente mandava colocar abaixo e refazer de uma maneira que ela ficasse satisfeita. Os empreiteiros da Mansão usavam tanto dinamite e bola de ferro para demolição, quanto tijolos e argamassa. Por vezes diziam que a obra se concentrava mais em destruir paredes do que erguê-las. Sarah parecia satisfeita, afinal, dinheiro não era problema e ela tinha tempo para continuar construindo.

A planta caótica da Mansão foi avançando e áreas foram sendo construídas sobre outras em um verdadeiro labirinto. Salas eram acrescidas e logo uma dependência se convertia em uma ala. Portas eram distribuídas e corredores alargados ou aumentados. Torres foram edificadas e quando a área começou a chegar perto de um limite, os construtores ofereceram uma solução, verticalizar e crescer para cima. Eventualmente, a Mansão atingiu sua altura máxima, nada menos do que sete pavimentos e dois porões. Dentro da Mansão haviam escadarias e elevadores, 47 enormes lareiras, armários, portas duplas, triplas, quádruplas. Claraboias, jardins suspensos, arcos e domos. Alguns corredores terminavam abruptamente. Portas se abriam para o vazio. Janelas adornavam corredores que eram barrados por outras paredes. Banheiros feitos inteiramente de vidro transparente. Nada era estranho ou incomum o bastante.      

Também era óbvio que Sarah se deixara fascinar pelo número "13". Quase todos os salões possuíam 13 janelas, as paredes tinham arranjos com 13 painéis de madeira, a estufa possuía 13 cúpulas de vidro grosso, os desenhos no chão e as madeiras machetadas tinham padrões que somavam 13 configurações. Algumas escadarias tinham 13 degraus, assim como o número surgia na disposição de vasos e quadros. O número 13 estava em todo canto.


Embora aquilo tudo parecesse loucura, para Sarah fazia sentido. Ela acreditava que construindo uma gigantesca mansão, teria certo controle sobre os espíritos das pessoas mortas pelos Rifles Winchester que estariam ligadas eternamente a ela através da maldição. A casa serviria para atrair esses espíritos e fazer com que eles se perdessem em seus inúmeros corredores e salões. Algumas pessoas sustentam que Sarah teria contratado ocultistas para que gravassem símbolos de contenção e proteção sob os painéis de madeira e no batente das janelas, sinais místicos que poderiam conter os espíritos, impedir que eles saíssem ou ainda, os tornariam cegos a presença dos vivos.

As obras seguiram adiante e por volta de 1900, a mansão já era um colosso. Sarah seguiu expandindo a mansão, vivendo em completa melancolia e solidão, tendo a companhia de ninguém além de seus empregados, dos operários que auxiliavam na construção e é claro, dos fantasmas que habitavam a casa. 

Sobre esses habitantes espectrais não faltavam histórias e rumores.

Dizem que ao menos uma vez por semana, a herdeira recebia a visita de mediums vindos de toda parte dos Estados Unidos para conduzir sessões espíritas. Seu objetivo era descobrir a quem pertenciam os espíritos e se a casa seria capaz de mantê-los sob controle. Os médiuns constantemente a alertavam que a maioria dessas pessoas haviam sido em vida criminosos, bandidos, revolucionários e todo tipo de gente amargurada e ressentida, muitos deles em busca de vingança pela morte violenta que haviam sofrido. O nome de dezenas de pistoleiros e bandoleiros fazia parte da lista de espíritos famosos que supostamente iam parar na Mansão.


Um dos mediums prediletos de Sarah era uma mulher do Colorado chamada Minnie Grant que afirmava ser capaz de ver os espíritos que perambulavam pela casa. Ela não poupava detalhes ao descrever com seu dom mediúnico as alegadas manifestações espectrais. A mulher contava a respeito dos inúmeros fantasmas que carregavam com distinção estoica os medonhos ferimentos causados pelas armas Winchester. Haviam aqueles alvejados na testa e no peito, que tinham morrido imediatamente, mas também aqueles horrivelmente desfigurados com parte dos intestinos pendurados ou o cérebro gotejando pelos buracos de bala. Minnie falava sobre as multidões de soldados envergonhados com ferimentos que lhes abriram rombos nas costas, evidenciando sua covardia já que haviam sido alvejados enquanto tentavam escapar da batalha. Mencionava homens com vendas nos olhos, vítimas de fuzilamento no paredão. E foi explícita sobre a multidão de nativos americanos massacrados pelo Rifle que ajudou a Conquistar o Oeste. Essas vítimas andavam sem destino, amparando-se nas paredes, atravessando as peças luxuosas de mobília e esbarrando uns nos outros na sua macabra procissão. 

Outros médiuns, como o famoso C.J. Bishop de Iowa, relatou a visão de dois bandoleiros mexicanos que pareciam alegres e bêbados, que tinham pequenos buracos de entrada do projétil no peito e enormes ferimentos nas costas, onde a bala mortal havia saído. Bishop falou de um oficial uniformizado se arrastando pelo chão, tinha a espinha despedaçada pelo disparo que o matou. Ele foi mais além, citou a presença até de búfalos e incontáveis animais selvagens que haviam sido alvejados nas pradarias do oeste até quase a extinção. A casa era uma confluência de inúmeras tragédias, de esquecimento e morte.

Um outro espiritualista vindo da costa leste aconselhou Sarah a tentar acalmar os fantasmas tocando o enorme piano da sala de estar. Uma excelente pianista, ela gostou da sugestão e dali em diante passou a fazer recitais toda noite como forma de apaziguar os fantasmas. O som se espalhava pelos cômodos vazios e ecoava pela imensa mansão.

Os poucos empregados que residiam na propriedade ficavam restritos a alguns cômodos e não tinham permissão para andar pela casa após o anoitecer. Os médiuns advertiam que tal coisa poderia ser perigosa. Sarah era taxativa quanto a isso e quem não obedecesse suas ordens era despedido imediatamente. Os únicos que podiam visitar os aposentos à noite eram os médiuns convidados e a própria Sarah.


O evento mais trágico ocorrido na mansão teve lugar quando o devastador Terremoto de San Francisco atingiu a região em 1906. O abalo sísmico fez com que porções da Mansão Winchester viessem ao chão e muitos outros pareciam prestes a ruir. Uma ala inteira desabou sobre o jardim e não pode ser reconstruída. Além disso, a maior lareira da casa, localizada no Quarto Daisy ruiu, provocando enormes danos internos. Sarah que estava dormindo na casa ficou convencida de que a tragédia tinha ligação com os fantasmas que estariam furiosos e desejavam escapar da mansão. Para proteger o lugar, ela convocou um exército de operários, pagando-os regiamente para levantar tábuas e cercas o mais rápido possível. Seu temor era que os espíritos capturados na casa conseguiriam escapar pelas brechas nas paredes e janelas destruídas pelo tremor. Na época sua determinação em reconstruir a casa causou revolta na população, ela chegou a ordenar que material fosse desviado e enviado para sua mansão.

Pelos meses que se seguiram, os operários realizaram os reparos na casa avariada pelo terremoto, embora a colossal estrutura tenha suportado o abalo melhor do que os outros prédios na área. Sarah chegou a contratar trabalhadores de outros estados para que as obras não parassem e logo a casa voltou a crescer e se expandir. Um ocultista teria instruído a herdeira a distribuir enormes espelhos de corpo inteiro pelos corredores, já que segundo ele, os fantasmas temiam o próprio reflexo. Também espalharam velas e símbolos místicos para garantir que nenhum espírito conseguiria escapar da armadilha onde haviam sido aprisionados.

Os anos passaram e não houve mais um único dia em que as obras tenham sido paralisadas novamente. A imensa fortuna de Sarah Winchester continuava sendo investida pesadamente na mansão que por volta da década de 1920 se espalhava por uma vasta área do Vale de Santa Clara, sendo já àquela altura a maior casa privada dos Estados Unidos.

Em 4 de setembro de 1922, após uma habitual sessão de contato com os espíritos, Sarah se retirou para seu quarto afim de descansar. Em algum momento antes do amanhecer ela morreu tranquilamente enquanto dormia. Ela viveu 83 anos, sendo quase metade devotados a um ininterrupto esforço para expandir sua casa armadilha.


Ela deixou todas as suas posses para sua única sobrinha, Frances Marriot, que já estava cuidando dos negócios fazia algum tempo. Uma das instruções deixadas em testamento era para que Frances prosseguisse nas obras da Mansão Winchester. Poucas pessoas poderiam imaginar, mas os gastos exorbitantes não apenas com construção, com mobília e pagamento de pessoal, haviam dilapidado consideravelmente a imensa fortuna da família. Havia rumores de que em algum lugar da Mansão existia um cofre forte contendo jóias e lingotes de ouro. Também circulava o rumor de que Sarah possuía um jogo de jantar com mais de 300 peças feito inteiramente de outro e prata. Marriot ordenou que cada centímetro da casa fosse vasculhado em busca desses tesouros ocultos, mas embora tenham sido localizados pelo menos uma dúzia de cofres escondidos pela propriedade, nada de muito valor foi obtido. Um dos itens mais curiosos, achado em um cofre no quarto principal era um grande caderno de notas com os nomes de mais de 10 mil pessoas, indivíduos que teriam sido mortos pelas armas Winchester e cujos fantasmas estariam na mansão. Sarah mantinha em ordens esse livro de registros graças a uma rede de informantes especializados em apurar se determinadas mortes haviam sido causadas pelas armas da companhia.

A herdeira da Companhia deixou claro que não tinha intensão de prosseguir com a loucura de sua tia. Poucos meses depois da morte de Sarah, o som de serras e martelos finalmente silenciou na Mansão Winchester. Coincidência ou não, em um fim de semana os empregados da casa comunicaram um estranho incidente: muitos espelhos mantidos na mansão haviam quebrado inexplicavelmente. Passaram a reportar também gemidos e passos ecoando pelos corredores. 

Apesar disso, móveis de valor, objetos pessoais e de decoração foram removidos da casa e ela foi fechada. Três anos se passaram, até que a estrutura fosse vendida para um grupo de investidores que planejavam transformar a casa em uma atração turística. Um dos primeiros a visitar a mansão Winchester foi Robert L. Ripley, criador do famoso programa "Acredite se Quiser" que batizou o lugar de "Palácio dos Fantasmas" e o chamou de "a casa mais assombrada dos Estados Unidos, talvez do mundo".

Inicialmente acreditava-se que a Mansão Winchester possuía 148 quartos, mas a medida que o lugar foi sendo explorado, descobriu-se vários outros aposentos secretos. A planta era tão estranha que as pessoas contratadas para realizar a mudança da mobília demoraram mais de seis semanas para limpá-la. O labirinto de corredores e cômodos era tão complexo que visitantes se perdiam no interior da casa e precisavam de mapas para se encontrar novamente. Quando finalmente acreditava-se que a o lugar havia sido mapeado, descobria-se por acidente um novo anexo no porão ou um quarto oculto no último pavimento. As surpresas da mansão pareciam nunca terminar.


Hoje em dia, a Mansão Winchester é considerada como um marco da História da Califórnia e registrada no Escritório Nacional de Engenharia e Arquitetura. Ela também figura no Livro Guiness dos Recordes como a "maior casa privada do mundo". O local é visitado por milhares de pessoas todo ano e continua atraindo curiosos fascinados pelas suas muitas peculiaridades. 

Para muitos, a Mansão ainda atrai fantasmas e espíritos, além de hospedar uma multidão de assombrações que continuarão vagando pelos seus corredores eternamente. Os céticos preferem acreditar que a casa não é nada além do produto da mente de uma mulher excêntrica, dona de uma enorme fortuna. Não resta dúvidas, no entanto, que a Mansão Winchester merece o título de maior casa assombrada do mundo, baseado se não em fatos, ao menos em sua história e lendas.

3 comentários:

  1. amei
    a história , fascinante e verdadeira
    sou espirita e acredito em espíritos
    vou ver o filme li e perdi o folego
    mais valeu ler o texto maravilhoso Parabéns
    O Filme A Mansão Winchister estreia em Fevereiro ou Março vou assistir com certeza dá um pouco de medo mais vou assistir

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