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segunda-feira, 7 de setembro de 2020

Alien Cube - Caixa para guardar material para ALIEN RPG


Salve pessoal,

Eu adoro caixas de RPG para guardar o material do jogo, todo em um mesmo lugar. Para os meus jogos favoritos costumo fazer essas caixas temáticas. Quando o tema do jogo ajuda, rola até colocar uns props adicionais que funcionam como recurso narrativo para as sessões.

Eu adorei a proposta do ALIEN RPG que recentemente foi lançado pela New Order e que em breve deve estar chegando para todos que participaram da pré-venda. Temos uma resenha completa a respeito de Alien que pode ser acessada à seguir: PRIMEIRA PARTE e SEGUNDA PARTE. É um RPG que merece ser conhecido e mais ainda, jogado por todo fã de ficção científica, suspense e horror.

A Caixa que fiz para acondicionar o material tenta simular uma valise para transportar amostras e espécimes capturados. A ideia é que ela seria uma maleta usada pelos agentes da poderosa Corporação Weyland-Yutani, quando estes conseguem colocar as suas mãos nos perigosos Xenomorfos em seus primeiros estágios de vida: seja como Facehugger ou Chestbuster (Abraçador de Rosto e Rompedor de Peito).

Coloquei várias imagens da caixa e do material interno, eu gostei do resultado, ficou do jeito que eu realmente queria.

Sem mais vamos ao material:

A CAIXA:


Eu gostei do formato dessa caixa feita em madeira, ela é uma espécie de cubo com tampa na parte superior que abre para cima. O que me chamou a atenção é que ela tem vários detalhes que poderiam render uma pintura diferenciada. 

Escolhi as duas cores que na minha opinião refletem bem o clima de Alien, o verde escuro e o preto. Passei uma camada de verniz sobre o preto que deu um brilho que se ajustou bem na composição geral. 

No início pensei em fazer a caixa ser uma espécie de caixa de munição, mas acabei mudando o conceito para que ela parecesse uma caixa de coleta de espécimes. Assim eu poderia decorar ela com adesivos da Weyland-Yutani e avisos de segurança.   


Encontrei na Internet vários exemplos de arte conceitual dos filmes da franquia. Escolhi essa para ficar em destaque. Ela lembra dos elementos de maior horror dentro da série: o fato do alienígena ser uma espécie de parasita que se desenvolve dentro de seres humanos. 

Achei perfeita essa imagem que apesar de minimalista, invoca toda aura de horror corpóreo (body horror) presente no filme. 


Fiquei meio na dúvida quanto a colocar o nome do jogo na tampa da caixa, mas no final das contas, ficou bem legal.


Na lateral da caixa coloquei esses adesivos que encontrei na internet e imprimi em uma gráfica. 

O símbolo da Weyland-Yutani e o alerta de Contaminação Biológica ficam bem em evidência. Eles cumprem o propósito de informar a quem pertence o material e que este é potencialmente perigoso. 


A parte posterior da caixa, correspondente às suas costas tem mais uma identificação da Weyland-Yutani na tampa, um código de barras para controle, que identifica a procedência do material (LV 426) e um adesivo de alerta que remete ao perigo de abrir a caixa. 


Os símbolos de semiótica fazem parte da identidade visual de Alien, principalmente o primeiro filme. São símbolos usados na produção que identificam funções básicas à bordo de naves sem recorrer a palavras, mas imagens coloridas.

Achei bem legal adotar esses símbolos para a caixa. 

A ETIQUETA DE CONTROLE


A etiqueta de Perigo Biológico foi uma das partes que mais gostei.

Encontrei ela na Internet e imprimi em papel de qualidade que depois preenchi e plastifiquei.

Basicamente ela identifica o material como Foreign Alien Organism (Organismo Alienígena Externo), cuja fonte é LV-426 (Colônia de Hadley´s Hope) no ano de 2179. Em caso de dano ou vazamento do material, a Corporação Weyland-Yutani deve ser contatada.


No verso, a etiqueta permite colocar mais algumas informações caso o conteúdo da Valise seja comprometido:

"Do not engage!
Extremely Dangerous
Maintain isolation and initiate quarantine protocol".

"Não se envolva!
Extremamente perigoso
Manter o isolamento e iniciar o protocolo de quarentena ".

Acho que é um aviso pertinente considerando o que teoricamente a maleta carrega.

DISPOSIÇÃO INTERNA:


Dentro da Valise tem espaço de sobra para colocar todo material do jogo.

Confesso que fiquei preocupado em guardar o livro e material na diagonal, mas no fim das contas é a forma mais correta para evitar que fique solto dentro da caixa. Nessa disposição a caixa pode virar do avesso que o livro sequer se move.


Na tampa interna escolhi colocar essa imagem que pertence a um cartaz que ajuda a identificar os Xenomorfos e os meios de enfrentar a criatura (com as armas mais adequadas).

Também menciona seu ciclo de vida desde ovo até adulto, passando por demais estágios de desenvolvimento. 


Aproveitei para incluir na caixa o Weyland-Yutani Report, um livro que oferece uma visão geral da franquia ALIEN. 

O mais bacana a respeito desse livro é que ele simula memorandos, relatórios e dossiês da Corporação Weyland que tem como meta utilizar os alienígenas em seus projetos de desenvolvimento de armas e equipamentos. 

Sem falar que ele fala bastante a respeito dos Aliens em si.



O livro é bem interessante e funciona perfeitamente como um complemento para a ambientação, além de fornecer imagens e fotografias de excelente qualidade. Eu pretendo usar o Report como uma espécie de suplemento e recurso visual para minhas aventuras.    

O MATERIAL


Alien RPG é um jogo que oferece vários componentes opcionais que contribuem para construir o clima do jogo.

São mapas, escudo de jogo, dados especiais, cartas e tokens para simular a posição dos personagens. Eu infelizmente ainda não tenho acesso a maioria desse material, mas quando tiver, vou guardar na caixa, já que sobrou espaço para isso.


Mas é claro, o mais importante, são os livros. 

O Livro básico de ALIEN RPG e o Weyland-Yutani Report. 


Separei duas pastas para guardar os componentes. 

Uma delas é para fichas de personagens e outra para props menores.


O material da pasta inclui uma série de itens que podem ser usados para aprofundar a ambientação. Mais adiante eu falo especificamente de alguns deles.


A capa tem uma belíssima arte conceitual feita para o primeiro filme da franquia - Alien, o Oitavo Passageiro.


O caderno eu uso para escrever aventuras ou anotar ideias para as sessões de jogo. 


Aproveitei o espaço para incluir na caixa as fontes originais do jogo.

A versão romanceada do primeiro filme (Alien) e a caixa de Blu-rays da Quadrilogia (Alien, Aliens, Alien 3 e Alien - Resurrection). Ler o livro e assistir os filmes ajuda muito a entrar no clima da ambientação e nada mais justo que esse material estar presente na caixa.

MIUDEZAS


Achei esse cartão de visitas de Ellen Ripley na internet, é uma bobagem engraçadinha para colocar na caixa.


Cédulas plásticas de Créditos da Weyland-Yutani nos valores de 10, 25 e 50 créditos. É mais uma curiosidade do que qualquer outra coisa, mas fica legal mostrar aos jogadores como é a moeda da ambientação.


Esse é o guia de semiótica do Universo de ALIEN. 

Cada símbolo tem um significado usado pela Marinha Mercante Espacial para facilitar a compreensão. Eu achei bem legal trazer isso de volta, pois parece que era mais usado durante o primeiro filme sendo depois menos visível. 


Esse é um estojinho de madeira para dados e tokens de Alien.

Coloquei nele esse adesivo de Propaganda para a Corporação dos Fuzileiros Coloniais (Colonial Marines) que achei bem simpático. 

Os slogans "Cada pagamento, uma fortuna" e "Cada formação, uma parada" são citados no filme Aliens, o Resgate


Finalmente, fiz uma identificação da Companhia para os personagens. A ideia é ter uma dessas para cada jogador, identificando detalhes sobre o personagem.

Bom é isso!

Tudo pronto para mergulhar de cabeça no universo de Alien.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Tralhas de RPG: Diários de Campanha


E aí pessoal,

Tralhas de RPG está de volta depois de um longo tempo.

Para os que não sabem ou não se recordam essa é uma série de artigos a respeito de material de RPG que acumulei ao longo de muitos anos jogando e mestrando. São props, papéis, fichas, documentos, textos e mais uma tonelada de quinquilharias e coisas que se juntaram e que finalmente consegui reunir agora que tenho mais espaço físico.

Nessa artigo, vou dedicar algumas linhas (e fotos! Muitas fotos) a um prop muito útil para aprofundar o jogo e facilitar a compreensão de tramas, em especial longas campanhas cheias de detalhes. São os DIÁRIOS DE CAMPANHA.

Cadernos, livros, agendas ou seja lá o que for onde os detalhes e acontecimentos das aventuras são anotados para futuras referências e para consulta dos jogadores.

Esse é um recurso extremamente útil para que aqueles pequenos (porém importantes) detalhes de sua campanha não sejam esquecidos. Não apenas o plot central da trama - esse em geral o grupo recorda, mas os nomes de certos personagens as cidades visitadas, os inimigos vencidos e outros pequenos detalhes que não deveriam ser esquecidos pelos grupos de heróis, investigadores e aventureiros.
Ao longo dos anos eu fui refinando o modelo dos meus Diários de Campanha.

No início eles eram bem simples, apenas umas linhas com um resumo dos acontecimentos da aventura concluída e algumas linhas gerais de como foi o jogo.

Com o tempo eles foram se tornando mais completos e abrangentes.


Um dos modelos mais interessantes tinha a forma de um diário escrito à várias mãos, no qual cada jogador era responsável por adicionar um trecho ou uma entrada de acontecimentos como se tivessem estas sido pinçadas do diário pessoal dos seus personagens. Funciona bem, sobretudo se você "subornar" os jogadores com XP ou pontos extras pela sua colaboração.

 Outra maneira de refinar os diários e torná-los mais interessantes foi aproveitar os Handouts (as pistas obtidas em cada sessão) e ir colando eles nas páginas. Isso nos levou a desenhos, imagens e gráficos que faziam com que os diários parecessem "diários" de verdade, como se tivessem sido escritos pelos personagens em primeira pessoa.

Eu recomendo a utilização de Diários em qualquer campanha longa ou naquelas em que os jogadores queiram interagir com a ambientação e contribuir para os acontecimentos quase como um "narrador dentro da narrativa". Diários de Jogo funcionam quase como uma estória paralela, sendo contada por quem está vivendo os eventos e quer registrar para posteridade os acontecimentos. Por vezes eles reúnem conclusões, pistas e servem com um acréscimo para a criatividade e interação do grupo.

A seguir estão fotos de alguns dos meus Diários de Campanha, a maioria parados em um hiato, mas alguns bem usados, tendo rendido várias páginas de boas estórias, lembranças e recordações...

Dungeons and Dragons 5th - Campanha de Forgotten Realms

Esse é um dos meus diários mais recentes, ele faz parte de uma Campanha de Forgotten Realms.


Nessa campanha em especial, os jogadores são membros de Casas Reais de Alta Estirpe que estão envolvidos em uma complicada trama envolvendo o retorno de demônios e uma conspiração das sombras.


Muitas das primeiras aventuras envolvem a troca de cartas entre os personagens e importantes NPCs que aconselhavam o grupo a respeito do que deveria ser feito e como eles deveriam se portar diante dos indícios e ameaças.


Não vou dar muitos detalhes a respeito, mas uma das aventuras inclusive envolveu ter que encontrar uma importante correspondência que havia sido roubada por inimigos e que poderia produzir muitos danos se caíssem nas mãos do inimigo. No final da aventura, o grupo não apenas conseguiu reaver as pistas, mas em um momento de excelente roleplay forjou uma correspondência falsa para atrapalhar os planos dos inimigos fazendo com que eles acreditassem em algo diferente do planejado.  

Ao invés deles simplesmente dizerem que iam forjar as informações, pedi a eles que ESCREVESSEM a carta e foi incrível ver que eles não apenas fizeram isso, como tentaram imitar a caligrafia do personagem para que ela ficasse  mais próxima possível!


Esse diário ficou bem bacana e útil, sobretudo por que eles precisavam lembrar do nome de vários NPCs e coadjuvantes que tinham envolvimento na história. 

DIÁRIO DA CAMPANHA DE RAVENLOFT


Nossa, esse aqui deixou saudades!

A Campanha de Ravenloft durou quase quatro anos e levou o grupo do primeiro ao décimo nível, isso tudo em um grupo de oito jogadores.


Nessa Campanha, o grupo tentava deter o que os místicos e sábios da Terra das Brumas chamavam de "Time of Utter Darkness" (Tempo da Escuridão Completa).

Inspirado pela saga do Monstro do Pântano, nela os personagens não sabiam exatamente o que estava acontecendo, tinham somente indícios de que um inimigo misterioso estava conspirando para trazer de volta a Escuridão adormecida no Great Rift (um despenhadeiro sem fundo no coração dos domínios).

O grupo ia aos poucos descobrindo que essa coisa estava para ser acordada através do medo, pavor e dos temores coletados na Terra das Brumas. Para isso, monstros estavam mais fortes do que nunca, loucura estava sendo incentivada e todos os lugares, dos menores vilarejos até as grandes cidades estavam sob o cerco dos horrores das brumas.

A campanha deixou saudades...





Uma das coisas legais dessa campanha era que cada jogador escrevia um trecho dos aconteciemntos e os personagens reagiam cada um de uma maneira diferente. Cada entrada no diário tinha um ponto de vista único e pessoal.

Esse trecho acima, sempre foi um dos meus favoritos...

BEYOND DE MOUNTAINS OF MADNESS - Chamado de Cthulhu


BEYOND THE MOUNTAINS OF MADNESS (BtMoM) é uma das maiores e mais completas campanhas de todos os tempos.

O grau de detalhismo nessa mega-ubber campaign chega a beirar a doença.

Isso sem falar que o mestre precisa coordenar mais de 50 NPCs e mais uma tonelada de coadjuvantes no decorrer da história.

Pedi para que o grupo ajudasse fazendo um diário de Campanha com suas impressões e os detalhes de cada cenário. Infelizmente, não acabamos essa campanha, mas ela deixou um registro bem legal de tudo o que aconteceu.


O Diário tinha a forma de um relatório dos progressos e descobertas da Expedição Starkweather-Moore a distante Antártida.


O diário ajudou muito no reconhecimento dos NPCs e no papel de cada um dos membros da Expedição. Também serviu para detalhar o cronograma da expedição, os preparativos e os primeiros dias do grupo no solo gelado da Antártida.

Havia um álbum de fotos, mas esse eu nãos ei onde foi parar.


O Diário tinha a forma de um Livro de Notas no qual anotações se seguiam a cada dia.

Ainda que fosse simples, o diário ficou bem legal.

DIÁRIO DA CAMPANHA DE ONE RING


Aqui eu confesso que trapaceei um pouco.

Ao invés de usar um caderno ou livro de notas, eu preferi recorrer a um Diário de verdade, com imagens e desenhos de rodapé. Uma vez que era um diário para anotações ligadas ao Senhor dos Anéis, ficou perfeito para ser o Diário de Campanha de One Ring.


Páginas e mais páginas escritas por Belgo, um homem que na época dos acontecimentos era um menino e que testemunhou o surgimento e ascensão de uma Companhia de Aventureiros desde seu início modesto até se tornarem verdadeiros heróis da Terra Média.


"Foi graças aos heróis que eu e meu pai fomos salvos! Nessa época, a Companhia ainda não existia e creio ser justo apontar o destino, ou a providência, como responsável pela intervenção deles no mais dramático dos momentos. Meu pai era um homem simples, mas mesmo ele, não tinha como ignorar aquela feliz coincidência. Um grupo tão extraordinário de indivíduos se reuniu pela casualidade para nos resgatar".

Eu adorei esse início de Campanha.

DIÁRIO DE CHAMADO DE CTHULHU - A CEIA DOS CORVOS


Se não estou enganado, esse diário já foi apresentado aqui, mas ele merece destaque novamente.

Esse diário foi o primeiro em que usei imagens retiradas da internet e desenhos para ilustrar as páginas como um diário de verdade.

Deu trabalho, mas ficou bem legal essa mistura de elementos e anotações.


Outra coisa legal, é que o personagem escrevia os acontecimentos em primeira pessoa e tentava formular as questões e reunir os indícios para compreender o mistério que estava sendo investigado.


O resultado foi uma caderneta de investigador onde perguntas eram feitas e a medida que respostas eram obtidas, iam sendo inseridas nas páginas. Como resultado a coisa cresceu e o diário ficou bem extenso.


O Caso envolvia medonhos assassinatos nas ruas de Boston do início do Século XX. Investigações em vários lugares, visitas a templos maçônicos e é claro elementos ainda mais estranhos como pór exemplo um caso de Combustão Espontânea.

A pesquisa do personagem a respeito do tema, resultou em um Handout que foi distribuído aos jogadores a respeito do assunto. Mais tarde, este se tornou uma matéria aqui no blog.

CAMPANHA O FILHO DAS ESTRELAS - CHAMADO DE CTHULHU


Outra campanha que acho já foi apresentada aqui no Blog anos atrás.

A enorme quantidade de props, handouts e fotografias exigia que um Diário de Campanha fosse feito para acompanhar o progresso de uma investigação que se iniciava em Arkham, passava pelo Pacífico Sul e depois entrava na China e na imensidão dos Desertos da Mongólia.


De todos os diários, este talvez tenha sido um dos mais interessantes no que diz respeito a disposição das pistas e dos indícios.


Diferentes dos outros Diários, para este usei um arquivo tipo fichário, bem pequeno no qual eu podia escrever nas folhas em espiral e furar as pistas e handouts colocando diretamente na espiral de metal.

O resultado? Ficou muito bom! Parecia um diário de campo, daqueles usados em expedições no período.


Muitas imagens, desenhos, pistas e gráficos nesse diário.


Eu adorava essa fotografia e os comentários nas margens. Ficou uma excelente combinação as páginas pautadas e as em branco se alternando com material de recurso.


Isso sem falar dos mapas e das muitas fotografias que no diário eram inclusive nomeadas e explicadas, para que a gente soubesse o que estava olhando. Modéstia à parte, esse ficou show!

DIÁRIO DE CAMPANHA DEADLANDS NOIR

O que nos leva ao meu Diário de Campanha mais recente.

Deadlands Noir!


Para esse diário, preferi usar um daqueles cadernos escolares de composição, usados nos Estados Unidos e que custam uma bagatela.

Alô pessoal que vai viajar para lá, esses cadernos saem por alguns centavos e ficam erfeitos para serem usados como Diários de Campanha.


Deadlands Noir é uma daquelas ambientações que imploram por um Diário de Campanha no melhor estilo Noir. Com anotações d epistas, fotos de suspeitos e comentários ora irônicos, ora cínicos, mas sempre sarcásticos.


O estilo do Diário foi semelhante ao que usei o Diário da Campaha Ceia dos Corvos. Com anotações das pistas se alternando com fotografias e imagens da Nova Orleans de 1935.


A medida que a investigação progredia, mais pistas eram anotadas, mas outras questões surgiam.


Reconheço que em certos momentos ficou parecendo um diário de garota adolescente, mas na boa, ficou bem simpático e ajudava a entender o caso.


E é claro, como era uma campanha Noir em New Orleans cada capítulo começava com um comentário sobre o tempo, sempre abafado, quente, chuvoso ou úmido.

Bom, esses são alguns Diários de Campanha.

Tem outros e um que eu espero transformar em uma matéria exclusiva dedicada a ele, visto que foi um dos Diários que mais me deu trabalho para criar e que mais gostei de escrever. Mas isso é para outro artigo...